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Foi à Mauá perdeu lugar?

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Leitura: Azincourt, Bernard Cornwell

Alguém se lembra disso?

Típico nas filas do refeitório da escola para comprar hambúrguer. Você olhava para o lado e – pimba! – alguém te roubava o lugar na fila. Ainda tinha a audácia de usar essa expressão, rindo na sua cara. Crianças… tão psicóticas.

Piscina natural - Maringá/MG

A questão é: a expressão é pura rima e nada mais. Pois sempre que vou à Mauá – literalmente, rs – volto com algo a mais, if you know what I mean. Não se perde, se ganha. Sossego, descanso mental, relaxamento, ar puro…

Só não digo descanso físico pq sempre invento de fazer alguma coisa. Dessa vez foi uma trilha maluca por nove cachoeiras; subindo, subindo e subindo na montanha. Sério. Meu corpo dói todo sem parar há 3 dias. =P

Comprei a viagem pelo Peixe Urbano em março do ano passado. A validade tava acabando e tive que dar um jeito agora em janeiro mesmo. Aproveitei que o Argentino tava de folga no trabalho. Fui no dia 08/01 e voltei na quarta, dia 11, à noite. Aproveitei, viu?! Clima de montanha, friozinho, chuva chatinha, fondue de queijo/carne e chocolate, pizza na pedra, café da manhã de pousada. Vida boa. Mas não parei de pensar no Projeto 16 nem por um segundo. Seria até impossível num lugar desses que parece que injeta um líquido pensante impaciente, que só acalma quando a pessoa escreve.

Não levei nenhum eletrônico para ficar bem longe do ‘mundo’ mesmo. Por isso não escrevi fisicamente. Pensei em soluções e respostas para o Projeto e avancei (mentalmente) alguns detalhes; um em especial que vai ser tema do próximo post: pontos de vista da história.

Por fim, viajar foi bom. Na minha opinião, só faz bem ao escritor. Não tem como negar.

Ontem, ainda estava um pouco perdida. Me atualizei nos e-mails, twitter e jornais; cuidei das coisas de casa e só fui trabalhar à noite, depois de jogar um pouquinho de Lord of the Rings Online. Qual não foi a minha surpresa quando uma ideia maravilhosa surgiu à minha frente, enquanto eu lutava contra uma criatura bizarra dentro de uma caverna?! Sérin. Pode ter sido a ideia e veio a partir de um jogo. Yuuupiiii!

Hoje é colocar a mão no Dews (veja o post para entender) e destrinchar essas ideias malucas que eu tive. ;) Até à noite quero ter o capítulo 14 e 15 prontos!

Au revoir!

Ps. Peguei um frila para o final do mês pq ninguém é de ferro e eu, definitivamente e infelizmente, não sou feita de ouro e preciso pagar a conta do cartão de crédito. É isso. Talvez o ritmo do Projeto 16 diminua um pouco, mas só até final de janeiro.

Eu e meu argentino tomando cerveja artesanal em Maringá/Rj

 
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Publicado por em 13/01/2012 em Projeto 16

 

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Indo para o trabalho na Califórnia

Durante 3 meses trabalhei em Heavenly, um ski resort, em South Lake Tahoe/CA. Durante 3 meses para chegar no trabalho eu tinha que fazer snowboard. Um dia eu decidi filmar o caminho que eu fazia do hotel até o restaurante Sky Deck, lá em cima na montanha.

O vídeo tá editado, é claro, mas o tempo total que eu levava para fazer esse caminho era de mais ou menos 50 minutos.

Divirta-se!

Conselho: FAÇA INTERCÂMBIO!! FAZ BEM PARA A CRIATIVIDADE! Prometo. ;)

 
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Publicado por em 28/12/2011 em Conselhos

 

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Um pouco sobre a viagem

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Leitura: O castelo, de Franz Kafka (início)

Depois que voltei de Maranhão, ingenuamente pensei que demoraria a me surpreender com alguma paisagem. Afinal, os lençois Maranhenses são de outro mundo! Porém, tenho que admitir que não só me surpreendi com as Cataratas do Iguaçu – eleita recentemente uma das Sete Maravilhas da Natureza -, como tive uma sensação gostosa de pertencer à natureza… a algum lugar. Pois também faço parte desse mundo louco, mas lindo! :P Faz sentido isso, né?

Sério. As Cataratas de Foz do Iguaçu são de tirar o fôlego. Literalmente, pq o vento bate e quase te leva junto – na hora da ponte, quando a gente atravessa por cima do rio e chega até o princípio da queda. Friozinho na barriga, hein?!

Infelizmente não tirei quase nenhuma foto, pois estava chovendo e não tinha como tirar a máquina da bolsa escondida por debaixo da capa de chuva. Mas o cenário vai ficar na memória para sempre. Que coisa espetacular!

Parque das aves também é um passeio fenomenal: tem momentos que o caminho te leva para dentro das ‘gaiolas naturais’ e vc fica a centímetros dos pássaros. Fiz carinho em um e cheguei a 10 centímetros de um tucano. Foi divertido!

Foto: Vivi Maurey (Foz do Iguaçu - Parque das aves)

É claro que nada se compara às Cataratas – melhor passeio de Foz -, mas o Macuco Safari em especial é algo a se estudar, risos. É adrenalina e diversão pura. Faça sol ou chuva. Não importa. É garantido e indico para todos.

Macuco Safari é uma descida de bote inflável, daqueles com motor, pelo rio Iguaçu. Antes de pegar o bote, você segue por uma trilha em cima de um daqueles carros de turista que parecem caminhonetes gigantes, mas não são, sabe? Então. Lá na frente tem uma trilha a pé por 600 metros  - que não fizemos por causa da chuva – e, enfim, cais. Quando se sobe no barco já se sente aquela cosquinha na barriga. O bote segue pelo rio desviando-se dos ‘buracos’ – atenção: pedras! -, até chegar às cataratas. É agora que você se molha por completo! Sem piedade. Não sobra nenhuma parte do corpo seca para contar vantagem. O barco vai quase embaixo das Cataratas e pronto: vc virou um pintinho molhado. Mas se você pega um condutor super divertido como o nosso, vai passar por ‘debaixo’ delas umas 7 vezes! hihihihi

Conclusão: Vá de biquíni, bermuda, chinelo, sei lá, o que vc achar melhor encharcar por completo, e leve uma muda de roupa para deixar no carro, na van de turismo, no ônibus de agência…

Dica: Acho que não tem problema levar máquina não, mas dê um jeito de isolá-la na hora de ir para debaixo das cataratas. O condutor avisa quando chegar a hora. 

Por último, visitei uma das sete maravilhas do mundo moderno: Itaipu Binacional. A hidrelétrica que mais gera energia do mundo. Fantástico. Vc vê um filmezinho e depois tem um passeio de ‘ônibus’ com uma visão incrível de perto por onde a água é liberada e tudo mais. Fantástico! Tirei fotos e filmei!

Hidrelétrica Itaipu - Foto: Vivi Maurey

Tirando os passeios me diverti horrores fazendo compras no Paraguai e no jantar chiquérrimo e delicioso que fizemos na Argentina (Cassino Iguazu – Não lembro a última vez que tive uma refeição tão saborosa). Ah! Também teve o jantar na churrascaria Rafain, que apesar de filas e demora nas coisas, valeu muito pelo show cultural. Divertidíssimo!

Não quero me estender muito mais, apesar de ter muita coisa para contar. :P Todavia, é necessário comentar sobre o Iguassu Holiday Hotel. Não se hospedem lá. Não é um hotel bom, é imaturo, inexperiente, precisa aprender e muito. O quarto era até muito bacana, bem estruturado, mas o pessoal lá não sabe dar informações e é bem desleixado. Isso sem contar o jeito de falar. Eles definitivamente não sabem lidar com pessoas.

Exemplo: Último dia. Descemos com as malas para liberar o quarto e almoçar antes de ir para o aeroporto. Eles dizem na minha cara: Não temos mais almoço, senhora, pois todos os hóspedes já foram embora. (E EU SOU O Q HEIN?) Tive que me segurar e feio. Ninguém avisa nada e você tem que ter um poder mágico de adivinhação.

Mais exemplos: Tentamos jantar em uma noite dessas lá no hotel, mas chegamos por volta das 21:30. O jantar só ia até às 22h. Quando perguntei pq não tinha mais comida e se podíamos pedir algum prato do cardápio, o pessoal respondeu que não fazia mais jantar para dar tempo de fechar tudo até às 22h. OI???? Patético. Tivemos que comer um sanduíche pra lá de ruim.

Outro exemplo: Desde quando chegamos no hotel tinha sempre café na recepção. Quase todo dia eu e Pablo tomávamos um copinho. Num belo dia perguntamos onde estava a garrafa térmica de café. A mulher respondeu que ainda estavam passando e que já ia ficar pronto. Ok. Esperamos. Quando ficou pronto ela pedi o número do quarto. Quis saber se ela iria me cobrar pelo café, pq isso seria um absurdo. E não era exatamente isso? Bizarro! Reclamei. Disse que não ia querer mais o café pq achava um absurdo cobrar um copo de 2 centímetros de líquido quente fervido na meia. Aí perguntei sobre os outros dias, em que pegamos vários copinhos de graça. Sabe o que eles me responderam? Saca só:

‘Sabe esses chineses todos que estavam aqui nesses dias? Então. Eles são os sócios do dono e convidados do mesmo para um congresso que teve esses dias. E foi ordem do patrão deixar a garrafa de café do lado de fora para esses convidados. Mas agora que eles já foram embora tivemos que tirar o café da recepção. Mas para os hóspedes o café sempre foi pago, pode perguntar para qualquer um.”

AHAHAHAAHAHAHAHAAHAHAHAHAAHAHAH Posso ficar histérica?

Último exemplo por escrito mas nem de perto último de fato: Até o segundo dia o papel higiênico era aquele branquinho e fofinho. Depois eles mudaram, como quem não quer nada, para aquele cinza de rodoviária que se desfaz na mão. BIZARRO!

Sério. Não vale a pena. Quando fui pedir um telefone qualquer de pizzaria para entregar no hotel eles não souberem responder. Mal sabiam de alguma coisa sequer sobre a cidade. Depois que fiquei sabendo que o hotel não tem nem 1 ano ainda. São inexperientes além da conta. Não aconselho. Argh!

É isso! Mesmo com um hotel de porcaria, me diverti horrores e guardei pra sempre na memória uma paisagem indescritível! Vale MUITO a pena! Já estou pensando em voltar e fazer o passeio das Cataratas do lado argentino que ficou faltando, rs. Disseram que é ainda mais divertido!

Au revoir!

Eu e meu argentino jantando na Argentina!

 
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Publicado por em 16/11/2011 em Ausente

 

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Foz do Iguaçu

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Leitura: O Caso Laura, de André Vianco (mais da metade)

YAAAAY!

Folgas merecidas do trabalho (dos dias que trabalhei na Bienal – em setembro) + feriado + presente de formatura = viagem à Foz do Iguaçu + jantar na Argentina + visita ao Paraguai!

ÉPICO!

Vou amanhã e volto semana que vem. Não esperem acordados!

Só acho meio bizarro que o dia da viagem seja 11.11.11 e o voo esteja marcado para às 11h da noite. Tirando isso, tudo supimpa! Só para deixar mais uma vez registrado: Sou doadora de órgãos, quero ser cremada e deixo tudo para a minha mãe! Ela vai saber o que fazer com as minhas coisas, rs.

Não consegui escrever UMA única palavra essa semana, porém pensei muito sobre o Projeto 16. Antes de dormir, no ônibus indo para o trabalho, repassei algumas partes e tive uma ideia BOMBA para uma das personagens principais. Não vejo a hora de colocá-la no papel, er, digo, computador. :P

Obs. Não vou levar eletrônicos para a viagem. Vou me desligar esses dias. Quem aí duvidou que eu conseguia ficar off-line, hein? ;)  

Au revoir!

 
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Publicado por em 10/11/2011 em Ausente

 

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