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Coluna do Papos de sexta: Folia de livros

Assim como muitos outros nerds da gema – cof cof –, também não curto Carnaval. Não sou de cair na gandaia – ouem blocos. Aí o que eu faço? Caio na gandaia da fantasia (risos!). Me afogo nos livros e nos filmes! Já que trabalhar que é bom fica impossível com tantas distrações, a folia dos livros me acolhe confortavelmente.
Claro que entre namorado, viagem, cinema, churrasco efreela, não há tempo para ler, apenas. Mas quando a hora apertou nesse feriadão de brasileiro, eles estavam lá para me acolher. Não terminei nenhum, mas comecei vários.
Leia o texto da coluna na íntegra lá no blog da @galerarecord e comente! ;)
 
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Publicado por em 24/02/2012 em Coluna da Vivi

 

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Livros de janeiro

Resolvi contar um pouquinho sobre os livros que li este mês. Vejam bem, não são resenhas, apenas uma brincadeira aí para ilustrar o que achei de cada um. #^.^# (Vejam que não coloco sinopse de nenhum. É proposital, a intenção é apenas ‘desabafar’.)

 

Azincourt, de Bernard Cornwell

Quem me conhece sabe que eu pago pau – desculpe o Francês – para esse cara! O maluco é simplesmente magistral! Quem conhece os livros do autor sabe que a narrativa é de tirar o fôlego e a pesquisa, no mínimo, honrosa. Para quem não sabe… Cornwell é inglês, mas vive nos EUA desde 1979, e é um p*** pesquisador da época medieval! Você não lê apenas um livro dele, você aprende história. Fenomenal! Azincourt não é diferente das outras obras. A fórmula que ele costuma usar é simples e objetiva. Nesse caso, o personagem principal é mais um apoio à história e à guerra, que é a protagonista. E o autor é tão fenomenal narrando em terceira pessoa como é quando usa o formato em primeira. AMEI! Quero o filme. ;)

 

 

 

 

Sr. Ardiloso Cortês: Dias sombrios, de Derek Landy

Mesmo para quem não gosta do estilo aventuresco da fantasia não vai deixar de se divertir. É engraçado, fácil de ler, gostoso e único! É mesmo um livro que tem tudo a ver com Tim Burton e Johnny Depp (risos)! Se fizerem mesmo o filme baseado no primeiro livro… vou surtar! Ah, é! Esqueci de comentar! Esse é o terceiro da série, mas como foi um trabalho não deu tempo de ler os dois primeiros, infelizmente. Mas já estão na minha listinha aqui de leitura!

 

 

 

O castelo, de Franz Kafka

O que eu vou dizer é apenas uma constatação e não significa que não se aplica a mim: Franz Kafka não é para qualquer um. Não é só uma questão de entendimento, compreensão da história ou da narrativa de uma pessoa, bem, digamos, perturbada. Aplica-se aqui a capacidade do leitor de visualizar os traços irônicos e a atração do autor pelo realismo. As conversas entre as pessoas chegam a ser surreais de tão ‘expostas’. É como ler um diálogo entre o Mad Hatter e qualquer pessoa tão insana quanto ele em todos os personagens do livro. A gente não sabe muito o que esperar de nada… E uma frase – do próprio autor – que define demais esse livro é: “Alguns livros funcionam como uma chave para as salas desconhecidas do nosso próprio castelo”.

Obs. Ainda não terminei o livro, pois considero uma leitura bastante lenta e difícil de me concentrar com tanta correria do nosso século atual, mas pretendo. 

 

Quarto e último livro: O incrível mundo do senhor da chuva: A rainha do ar, de Janda Montenegro

Não tem foto porque ainda não foi publicado. ;) Chique, né? Janda me emprestou a boneca e me senti honrada. É o segundo livro da série infantojuvenil e é simplesmente fofo! Acho só que a autora poderia ter abusado um pouco mais de alguns elementos e se esticado na história, porque acabou muito rápido. =D

Esses foram os quatro livros de janeiro! Vamos ver se poderei ler quatro de novo – ou mais – em fevereiro! Amanhã começo o tão esperado por mim (risos!) Belas maldições, de Neil Gaiman e Terry Pratchett! Não vejo a hora!

Au revoir!

 
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Publicado por em 31/01/2012 em Livros do mês

 

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Técnicas para escrever ficção

Páginas escritas: 6 (Projeto 16)
Páginas revisadas: 0 (não quis revisar nada hoje – acho que finalmente estou aprendendo)
Leitura: 40 (Técnicas para escrever ficção, de Julio Rocha) + 17 (Frila – Parecer)

Autor: Julio Rocha (Editora: Usina de Letras)

“Publique! Não adianta escrever e não ser publicado. Seu livro precisa sair da gaveta e ir para o mercado. Não adie isso.” (ROCHA, Julio. Técnicas para escrever ficção, P. 14)

Eu diria que apesar da dificuldade, esse é o meu objetivo número 1: publicar. E sei que vou chegar lá. Talvez não seja amanhã, mas esse dia vai chegar. A certeza que eu tenho disso é tão precisa que minha preocupação quanto a isso não chega a ser desesperadora.

Não há dúvidas de que terei que correr atrás, pois há muita concorrência. Muitos escritores excelentes buscando espaço nas editoras e ganhando o mercado da literatura. Isso não entra nem em discussão. No entanto, vejo o quanto é difícil me expressar sem parecer prepotente. Só que é simples. Publicar livros é um objetivo desde criança. Portanto, é só uma questão de tempo até isso acontecer. ;)

O crucial, na verdade, é alcançar esse objetivo da melhor forma possível. Não larguei tudo que eu tinha (um emprego com carteira assinada, plano de saúde e salário bom) por qualquer motivo. Eu preciso de foco. Foco para escrever, para estruturar, para pensar, ter ideias e meditar. Sim, eu medito. :P Faz bem, só digo isso.

Como eu disse antes no post ‘Agora é oficial’, quando a gente toma decisões, não significa que vamos ser turrões ao ponto de desistir de todo o resto e de esquecer que a vida de oportunidades continua existindo. É claro que não fechei as minhas portas. Já recebi duas propostas de trabalho desde a última vez que falei sobre isso, e tive que dizer não. Embora eu tenha resolvido trabalhar de casa, não foi por esse motivo que não aceitei os trabalhos. Meu foco agora é publicar livros. Escrevê-los em primeiro lugar, obviamente. E o mais importante: aprimorar a minha escrita. Se para isso eu tiver que voltar a trabalhar em editoras ou em qualquer outro lugar que enriqueça esse meu lado profissional, aceitarei com o maior prazer.

A questão agora é fazer o melhor que posso do que já decidi fazer.

Em outras palavras, estou descobrindo que durante toda a minha infância – quando prestei mais atenção nas aulas de português às de matemática – e todas as minhas escolhas, foram felizes ao ponto de me trazer à realidade que vivo hoje.

Ok. Tenho que parar com a mania de atualizar o blog escutando música celta. Fico pseudo-filosofando… isso não é divertido! =P

A parada é a seguinte: ganhei outro presente literário super legal de aniversário, dessa vez do meu amigo e autor brasileiro Luis Eduardo Matta (@lematta). O título do livro é o título do post. Estou adorando cada página! É a pedida perfeita para os escritores que pretendem começar ou aprimorar sua escrita na ficção. O autor não cansa de dar resultados durante o livro todo. Eu sou um exemplo vivo disso, já que ao escrever as seis páginas hoje, do Projeto 16, consegui me segurar para não revisá-las! E isso é uma PUTA conquista! ;)

Enfim, hoje abusei. Até parece que alguém vai ler até o fim, mas faz parte… Às vezes, a inspiração vem com mais facilidade, risos. Todo escritor sabe disso.

E termino o post com a sabedoria de Julio Rocha (e alguns comentários esdrúxulos meus):

“É muito bom quando nos sentamos em frente ao teclado e começamos a escrever imediatamente. As ideias parecem surgir como mágica em nossa mente e conseguimos progredir bastante em um curto espaço de tempo. Pena que isso não aconteça todos os dias, pelo menos para a maioria de nós. E quando a inspiração não aparece, o que fazer?” (ROCHA, Julio. Técnicas para escrever ficção, P. 17)

1. Jogue por alguns minutos. Antes de começar a escrever, precisamos nos desligar do mundo exterior.
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OBA! Vou jogar Chrono Cross todos os dias antes de escrever. :P

2. Escreva sobre outras coisas. No lugar de trabalhar logo de cara em seu projeto principal, escreva sobre outro assunto qualquer. Descreva o cômodo onde vc tá ou escreva um conto sobre o que aconteceu na noite anterior.
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Hum, a ideia do conto pode ser legal. Diário eu já escrevo normalmente, mas acho que romancear uma cena qualquer que tenha acontecido ou juntar os fatos e transformá-los num conto fantástico pode ser um bom exercício.

3. Escreva um e-mail ou uma carta.
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Lembro quando escrevia cartas para mim mesma. Eu sei, parece solitário e triste, mas eu gostava. Era quase como falar com ‘myself’ do futuro. Era divertido. Acho que vou voltar a fazer isso.

4. Escute música clássica. Ajuda a relaxar e traz inspiração. É claro que se você achar que Rock & Roll é mais adequado, fique à vontade.
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Posso ser bem sincera? Eu sou roqueira, adoro metal, mas para escrever prefiro música celta. Não tem melhor. =)

5. Procure por artigos ou notícias relacionados ao tema que está escrevendo. Por exemplo, se escreve sobre assalto a banco, procure matérias nos jornais sobre esse tipo de assunto.
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Puxa, acho que nunca fiz isso. o.O (Anotado)

6. Leia um livro ou assista a um filme na mesma linha da sua trama.
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Yay! Eu faço isso direto. Recentemente vi um filme fazendo anotações e estudando os personagens. Foi tão divertido. Nunca tinha feito isso antes.

7. Pense em um assunto qualquer e comece a escrever sobre o mesmo. Escreva sem se preocupar com a gramática, pontuação ou utilização das palavras adequadas.
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Acho que o número 7 é o meu maior desafio. Eu chego lá…

8. Vá dar uma volta na rua. Observe as pessoas e o que elas estão fazendo. Escute algumas conversas.
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To tentando… juro que to tentando sem parecer uma maluca bisbilhoteira.

Agora, diz pra mim… A profissão que escolhi não é a melhor do mundo??

Hasta la vista!

Obs. Nos últimos dias sinto como se tivesse morando na Saraiva do Botafogo Praia Shopping. Amanhã tenho um compromisso lá e na quarta o lançamento do DVD de Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte I. Conforme for, uso o blog para treinar os passos de Julio Rocha ao falar desses eventos, que tal?

 
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Publicado por em 11/04/2011 em Aprendizado, Projeto 16, Reflexões

 

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