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Livros de janeiro

Resolvi contar um pouquinho sobre os livros que li este mês. Vejam bem, não são resenhas, apenas uma brincadeira aí para ilustrar o que achei de cada um. #^.^# (Vejam que não coloco sinopse de nenhum. É proposital, a intenção é apenas ‘desabafar’.)

 

Azincourt, de Bernard Cornwell

Quem me conhece sabe que eu pago pau – desculpe o Francês – para esse cara! O maluco é simplesmente magistral! Quem conhece os livros do autor sabe que a narrativa é de tirar o fôlego e a pesquisa, no mínimo, honrosa. Para quem não sabe… Cornwell é inglês, mas vive nos EUA desde 1979, e é um p*** pesquisador da época medieval! Você não lê apenas um livro dele, você aprende história. Fenomenal! Azincourt não é diferente das outras obras. A fórmula que ele costuma usar é simples e objetiva. Nesse caso, o personagem principal é mais um apoio à história e à guerra, que é a protagonista. E o autor é tão fenomenal narrando em terceira pessoa como é quando usa o formato em primeira. AMEI! Quero o filme. ;)

 

 

 

 

Sr. Ardiloso Cortês: Dias sombrios, de Derek Landy

Mesmo para quem não gosta do estilo aventuresco da fantasia não vai deixar de se divertir. É engraçado, fácil de ler, gostoso e único! É mesmo um livro que tem tudo a ver com Tim Burton e Johnny Depp (risos)! Se fizerem mesmo o filme baseado no primeiro livro… vou surtar! Ah, é! Esqueci de comentar! Esse é o terceiro da série, mas como foi um trabalho não deu tempo de ler os dois primeiros, infelizmente. Mas já estão na minha listinha aqui de leitura!

 

 

 

O castelo, de Franz Kafka

O que eu vou dizer é apenas uma constatação e não significa que não se aplica a mim: Franz Kafka não é para qualquer um. Não é só uma questão de entendimento, compreensão da história ou da narrativa de uma pessoa, bem, digamos, perturbada. Aplica-se aqui a capacidade do leitor de visualizar os traços irônicos e a atração do autor pelo realismo. As conversas entre as pessoas chegam a ser surreais de tão ‘expostas’. É como ler um diálogo entre o Mad Hatter e qualquer pessoa tão insana quanto ele em todos os personagens do livro. A gente não sabe muito o que esperar de nada… E uma frase – do próprio autor – que define demais esse livro é: “Alguns livros funcionam como uma chave para as salas desconhecidas do nosso próprio castelo”.

Obs. Ainda não terminei o livro, pois considero uma leitura bastante lenta e difícil de me concentrar com tanta correria do nosso século atual, mas pretendo. 

 

Quarto e último livro: O incrível mundo do senhor da chuva: A rainha do ar, de Janda Montenegro

Não tem foto porque ainda não foi publicado. ;) Chique, né? Janda me emprestou a boneca e me senti honrada. É o segundo livro da série infantojuvenil e é simplesmente fofo! Acho só que a autora poderia ter abusado um pouco mais de alguns elementos e se esticado na história, porque acabou muito rápido. =D

Esses foram os quatro livros de janeiro! Vamos ver se poderei ler quatro de novo – ou mais – em fevereiro! Amanhã começo o tão esperado por mim (risos!) Belas maldições, de Neil Gaiman e Terry Pratchett! Não vejo a hora!

Au revoir!

 
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Publicado por em 31/01/2012 em Livros do mês

 

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Anotar todas as ideias pode ser uma má ideia!

Páginas escritas: 8 (total de ontem e hoje)
Páginas revisadas: 2 (juro que foi necessário)
Leitura: 30 (Frila – Revisão) + 24 (Eu sou o número quatro)

Eu contei que terminei o capítulo 3 e 4? =D

Foi lindo! Eu juro que não faço ideia do que se trata direito ainda esse Projeto 16, mas tá indo para um lugar e esse lugar é super divertido! ;)

Resolvi levar em consideração alguns conselhos como usar diferentes pontos de vista adaptando bem cada um no seu quadrado, digo trecho, e descobri a pólvora! Sério! A infinidade absurda de possibilidades que se abrem por causa disso. Posso descrever quem eu quiser, como eu quiser, sem precisar encher o saco do leitor com diálogos toscos ou narração cansativa. É lindo! Sei que também é uma coisa óbvia e pareço uma idiota falando disso agora como se eu já não soubesse antes.

Mas eu prometo que é diferente quando você REALMENTE leva isso em consideração tecnicamente falando. É tudo muito fofinho enquanto você lê, analisa, critica e usa para falar mal dos outros. A sensação de usar a técnica por um motivo mais específico é que muda a gente. ;) Faz a gente se apaixonar mais ainda pelo que faz.

Depois do meu desabafo há dois dias por não ter conseguido escrever nada porque tinha que terminar um frila (foi um sufoco mas consegui, by the way!), li uma entrevista de Stephen King, que um amigo (@rscarone) mandou por e-mail… E uma coisa que o autor disse me deixou bastante surpresa.

Quando perguntado sobre as inúmeras ideias que tinha, o que Stephen King fazia com elas… se as guardava em diferentes arquivos, ele respondeu (e pela primeira vez vi um escritor falando isso) que NUNCA coloca no papel as ideias que tem. Simplesmente pelo fato de não querer imortalizá-las. Desse jeito, se as ideais foram ruins, elas vão embora por si só e ele não fica preso à elas. E se as ideias forem boas o suficiente, ele não as esqueceria assim tão fácil.

Sei que isso é bem Stephen King, mas não deixa de ser genial. (Nada contra ele, eu amo esse autor, sou viciada na série Torre Negra que serve de grande inspiração para todos os meus projetos, mas ele sabe ser bizarro quando quer)

Enfim… Me senti melhor depois disso. Acho que até me inspirei pq nesses últimos dois dias avancei pra caramba a minha história, e só por estar quase no final do capítulo 5, lágrimas de orgulho elevam-se aos meus olhos (risos).

Obs. Mesmo que tudo isso seja lindo como a Disney, eu jamais poderia ficar sem anotar ideias toda vez que tivesse a chance, risos. Meu toque é mais forte do que eu e meus princípios, seja lá quais forem eles! :P

 
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Publicado por em 15/04/2011 em Conselhos, Projeto 16

 

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