Páginas escritas: 6 (Projeto 16)
Páginas revisadas: 0 (não quis revisar nada hoje – acho que finalmente estou aprendendo)
Leitura: 40 (Técnicas para escrever ficção, de Julio Rocha) + 17 (Frila – Parecer)
“Publique! Não adianta escrever e não ser publicado. Seu livro precisa sair da gaveta e ir para o mercado. Não adie isso.” (ROCHA, Julio. Técnicas para escrever ficção, P. 14)
Eu diria que apesar da dificuldade, esse é o meu objetivo número 1: publicar. E sei que vou chegar lá. Talvez não seja amanhã, mas esse dia vai chegar. A certeza que eu tenho disso é tão precisa que minha preocupação quanto a isso não chega a ser desesperadora.
Não há dúvidas de que terei que correr atrás, pois há muita concorrência. Muitos escritores excelentes buscando espaço nas editoras e ganhando o mercado da literatura. Isso não entra nem em discussão. No entanto, vejo o quanto é difícil me expressar sem parecer prepotente. Só que é simples. Publicar livros é um objetivo desde criança. Portanto, é só uma questão de tempo até isso acontecer.
O crucial, na verdade, é alcançar esse objetivo da melhor forma possível. Não larguei tudo que eu tinha (um emprego com carteira assinada, plano de saúde e salário bom) por qualquer motivo. Eu preciso de foco. Foco para escrever, para estruturar, para pensar, ter ideias e meditar. Sim, eu medito.
Faz bem, só digo isso.
Como eu disse antes no post ‘Agora é oficial’, quando a gente toma decisões, não significa que vamos ser turrões ao ponto de desistir de todo o resto e de esquecer que a vida de oportunidades continua existindo. É claro que não fechei as minhas portas. Já recebi duas propostas de trabalho desde a última vez que falei sobre isso, e tive que dizer não. Embora eu tenha resolvido trabalhar de casa, não foi por esse motivo que não aceitei os trabalhos. Meu foco agora é publicar livros. Escrevê-los em primeiro lugar, obviamente. E o mais importante: aprimorar a minha escrita. Se para isso eu tiver que voltar a trabalhar em editoras ou em qualquer outro lugar que enriqueça esse meu lado profissional, aceitarei com o maior prazer.
A questão agora é fazer o melhor que posso do que já decidi fazer.
Em outras palavras, estou descobrindo que durante toda a minha infância – quando prestei mais atenção nas aulas de português às de matemática – e todas as minhas escolhas, foram felizes ao ponto de me trazer à realidade que vivo hoje.
Ok. Tenho que parar com a mania de atualizar o blog escutando música celta. Fico pseudo-filosofando… isso não é divertido! =P
A parada é a seguinte: ganhei outro presente literário super legal de aniversário, dessa vez do meu amigo e autor brasileiro Luis Eduardo Matta (@lematta). O título do livro é o título do post. Estou adorando cada página! É a pedida perfeita para os escritores que pretendem começar ou aprimorar sua escrita na ficção. O autor não cansa de dar resultados durante o livro todo. Eu sou um exemplo vivo disso, já que ao escrever as seis páginas hoje, do Projeto 16, consegui me segurar para não revisá-las! E isso é uma PUTA conquista!
Enfim, hoje abusei. Até parece que alguém vai ler até o fim, mas faz parte… Às vezes, a inspiração vem com mais facilidade, risos. Todo escritor sabe disso.
E termino o post com a sabedoria de Julio Rocha (e alguns comentários esdrúxulos meus):
“É muito bom quando nos sentamos em frente ao teclado e começamos a escrever imediatamente. As ideias parecem surgir como mágica em nossa mente e conseguimos progredir bastante em um curto espaço de tempo. Pena que isso não aconteça todos os dias, pelo menos para a maioria de nós. E quando a inspiração não aparece, o que fazer?” (ROCHA, Julio. Técnicas para escrever ficção, P. 17)
1. Jogue por alguns minutos. Antes de começar a escrever, precisamos nos desligar do mundo exterior.
______
OBA! Vou jogar Chrono Cross todos os dias antes de escrever.
2. Escreva sobre outras coisas. No lugar de trabalhar logo de cara em seu projeto principal, escreva sobre outro assunto qualquer. Descreva o cômodo onde vc tá ou escreva um conto sobre o que aconteceu na noite anterior.
______
Hum, a ideia do conto pode ser legal. Diário eu já escrevo normalmente, mas acho que romancear uma cena qualquer que tenha acontecido ou juntar os fatos e transformá-los num conto fantástico pode ser um bom exercício.
3. Escreva um e-mail ou uma carta.
______
Lembro quando escrevia cartas para mim mesma. Eu sei, parece solitário e triste, mas eu gostava. Era quase como falar com ‘myself’ do futuro. Era divertido. Acho que vou voltar a fazer isso.
4. Escute música clássica. Ajuda a relaxar e traz inspiração. É claro que se você achar que Rock & Roll é mais adequado, fique à vontade.
______
Posso ser bem sincera? Eu sou roqueira, adoro metal, mas para escrever prefiro música celta. Não tem melhor. =)
5. Procure por artigos ou notícias relacionados ao tema que está escrevendo. Por exemplo, se escreve sobre assalto a banco, procure matérias nos jornais sobre esse tipo de assunto.
______
Puxa, acho que nunca fiz isso. o.O (Anotado)
6. Leia um livro ou assista a um filme na mesma linha da sua trama.
______
Yay! Eu faço isso direto. Recentemente vi um filme fazendo anotações e estudando os personagens. Foi tão divertido. Nunca tinha feito isso antes.
7. Pense em um assunto qualquer e comece a escrever sobre o mesmo. Escreva sem se preocupar com a gramática, pontuação ou utilização das palavras adequadas.
______
Acho que o número 7 é o meu maior desafio. Eu chego lá…
8. Vá dar uma volta na rua. Observe as pessoas e o que elas estão fazendo. Escute algumas conversas.
______
To tentando… juro que to tentando sem parecer uma maluca bisbilhoteira.
Agora, diz pra mim… A profissão que escolhi não é a melhor do mundo??
Hasta la vista!
Obs. Nos últimos dias sinto como se tivesse morando na Saraiva do Botafogo Praia Shopping. Amanhã tenho um compromisso lá e na quarta o lançamento do DVD de Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte I. Conforme for, uso o blog para treinar os passos de Julio Rocha ao falar desses eventos, que tal?



