RSS

Contos

Contos que escrevi na infância, na adolescência, na fase adulta… na vida real, nos sonhos, durante as aulas de matemática, nos momentos de tristeza, nos momentos difíceis, nos momentos pensativos, nos divertidos, na hora do banho, de madrugada, no ônibus, no trabalho e até beijando na boca…

EM BUSCA DA LIBERDADE

“Há anos Egir queria encontrar o portal do caminho único da vida, chamado Yggdrasill, e onde supostamente ficava o fim do mundo. Quando tinha cinco anos, seu avô havia lhe contado histórias dos grandes deuses e da mitologia de seus ancestrais. Sua adolescência foi ocupada por contos sobre os que tentaram alcançar o eixo do mundo e a vida eterna e foram mortos por acidentes ou pelas guardiãs da árvore Yggdrasill, as Valquírias.

Egir havia prometido ao seu avô antes de morrer que iria encontrar a chave do portal que o velho tanto descrevia, quase como se tivesse visto o portal. Esse pensamento havia lhe ocorrido diversas vezes, e Egir não aguentava mais de curiosidade. Precisava ir em busca da sabedoria máxima.”

Para saber se Egir alcança a árvore no fim do mundo, clique aqui

VICTORIA

“Ele se levantou e pegou minhas mãos levantando-me também. Por um momento achei que fosse me beijar, meu coração disparou e meus lábios secaram, mas ele desviou o rosto, colando sua bochecha na minha e apenas sussurrou em meu ouvido…”

Se quer saber o que ele sussurra, clique aqui para ler o conto completo!

A VIAGEM DE UMA LÁGRIMA

“Um triste murmúrio, uma simples ação. Os olhos tremem, a pupila diminui e o branco se torna um prata líquido, onde o círculo envolvido pela mais bela cor passa a ser apenas um sussurro sentimental. Eu finalmente me liberto. Como um pássaro de asas machucadas em sua gaiola, me arrasto com força e determinação para um lugar desconhecido onde tudo posso esperar.”

Para ler o que acontece com a pobre lágrima, clique aqui!

BÊBADO DA VIDA

“Mas por que? Porque sim. Porque um bêbado é o que há de mais real no mundo. O que é mais aceitável como resposta. É a consequência de um ato. Portanto, a melhor realidade que uma ação pode conter. O sofrimento pós-ato. Consequência. Entende?”

Quer entender melhor esse papo de louco? Clique aqui para ler o restante.

À MARGEM

“Não começa apenas pela margem de um rio, nem com o suave e excitante silêncio da noite, e sim pelo apelo e grito de um lamento do choro e desprezo de uma criança que não é amada.”

Mórbido, não? Leia mais sobre o conto que escrevi na adolescência…

 

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

You are commenting using your Twitter account. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

You are commenting using your Facebook account. Sair / Alterar )

Connecting to %s

 
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Join 888 other followers