
substantivo feminino
. representação mental de algo concreto, abstrato ou quimérico
. maneira de ver, opinião pensada ou formulada
. intenção de realizar (algo); plano, propósito, desígnio
A questão aqui é: A palavra do dia era pra ser café. o.O
Não só eu tive a ideia de falar sobre café como eu até já havia preparado um texto sobre o dito cujo. Falei sobre as consequências, as mudanças que meu corpo tem sofrido por conta dele e, inclusive, os momentos divertidos proporcionados pela arte de sair de casa para tomar café ‘coasamiga’ – e gastar dinheiro, é claro.
Mas hoje não tive uma noite nada boa e por mais que não tenha sido completamente culpa do café resolvi não dar créditos a ele. Não me julgue! Fiquei com essa ideia na cabeça e voilá… resolvi falar sobre isso (mas não muito porque daqui a pouco tenho vôlei e hoje não posso deixar de ir de jeito nenhum, afinal sempre podemos contar com o Carnaval para estragar os nossos planos de emagrecimento, humpf).
A ideia geral do post de hoje é simplesmente o fato de ter ideias ao pensar que, na verdade, não temos nenhuma. Vou explicar. Desde que comecei a escrever e a exercitar (every single day, sem folga), percebi que quando eu penso que as ideias não estão vindo ou que daquela cena eu não consigo ultrapassar, faço uma coisa até muito simples. Escrevo palavrões e palavras sem sentido. É sério. Pode ser no papel ou no computador. Comigo funciona, pelo menos, caso você esteja franzindo o cenho e usando aquela expressão de indiano básica (cof cof deixa só a @larilena ler isto).
OBS. Se funcionou com um rei (vide Discurso do Rei) por que não há de funcionar com você? Eu, hein?
É bem simples. Você abre o word (um novo arquivo, óbvio, já que você não quer estragar o seu texto belíssimo digno de Julio Verne) e escreve primeiro: Merda, caralho. Bosta. Fedida e azeda. Amargamente sincera nas nuvens da porra do cú. Se quiser pode falar mal das coisas que azucrinam a sua vida no dia a dia também.
Ex: Mas que merda de telefone…
Enfim… ao término da demonstração de afeto pelas coisas boas da vida, você verá que o texto vai começar a fluir, mesmo que isso não signifique que as ideias chegaram. Você simplesmente se destravou. Já é um começo. Agora se você quer ter ideias de verdade…. vai ler Platão!
Para os puritanos e moralistas:
Caso não queira escrever palavrões – embora eu desaconselhe – sempre tem a fórmula do ‘o que estou vendo é real o suficiente’, que funciona assim: Você olha ao redor e começa a descrever a cena com objetos, pessoas, tudo. Isso ajuda também a ter ideias.
Mas que fique claro que eu dei a dica do que é melhor primeiro. Agora vá em frente e tenha ideias!
Au revoir!