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Crítica Tão Forte e Tão Perto

Yaay! Tá no ar minha crítica do filme indicado ao Oscar de 2012!

Tão Forte e Tão Perto

Tão Forte e Tão Perto (Extremely Loud & Incredibly Close, 2012) é sobre pessoas! Simples, delicado e sensível; como a chamada mesmo diz: Não é uma história sobre uma tragédia, mas sobre a vida depois dela. O filme é uma adaptação do livro de Jonathan Safran Foer — que ainda não li; eu sei, minha grande decepção é não ter lido antes do filme, quase beira ao desespero, portanto não me crucifiquem.

A história é sobre um menino de nove anos, mega inteligente e avançado para sua idade (que olhos expressivos!), que encontra uma misteriosa chave no armário do pai, morto nos atentados de 11 de setembro, e inicia uma aventura frenética por Nova York em busca da fechadura certa. No caminho, Oskar Schell (Thomas Horn) conhece centenas de pessoas de todos os tipos e passados diferentes, cada um com suas lutas internas e externas, procurando suas próprias respostas e sentidos para a vida.

Confira o texto na íntegra no site Nível Épico!

 
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Publicado por em 23/02/2012 em Nível Épico

 

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Palavra do dia: Quebra-cabeça

. aquilo que preocupa, inquieta ou incomoda alguém
. jogo que consiste em combinar diferentes peças para com elas formar um todo, que pode ser uma figura, um mapa, uma frase etc.

Não teve um momento na minha vida que eu dissesse ‘não’ para um quebra-cabeça. É claro que não tive muitos ou provavelmente essa frase de abertura desse post seria diferente – ou não. A questão é que sou apaixonada por eles – verdadeiros ou metafóricos! Entrei nessa vibe de montá-los e colá-los em seguida desde 2010 e até hoje não consegui parar para pensar nessa minha paixão. Nunca tinha comprado um até essa semana.

É claro que hoje não é diferente de ontem e continuo sem saber quando poderei encaixar tempo no dia a dia para montar quebra-cabeças. Só que agora eu tenho um poder que antes jamais sonharia em conseguir. Disciplina. ;) O tempo é isso mesmo que a gente já sabe e é impossível lidar com ele, controlá-lo ou vencê-lo na guerra. Nem batalhas se é que ainda existe alguém que batalhe contra o imbatível. Mas eu vou conseguir uns minutos diários para mais uma paixonite! Ou não me chamo Viviane Maurey!

Tomei a decisão e comprei um quebra-cabeça de 1.000 peças (uma pintura de cavalos). Não é o maior do mundo, mas já é um bom começo. E aí o que meu namorado lindo e maravilhoso faz? Me oferece de presente outro de 1.000 peças da Disney – MAS MUITO LINDO! Ou seja, semana que vem terei duas caixas de 1.000 peças cada para montar, risos. B-E-A-U-T-I-F-U-L! Em breve, vocês terão notícias de como estão indo os encaixes… hihihihi

Só sei dizer que to mega empolgada e não vejo a hora de começar. Yaaaaay!

 
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Publicado por em 23/02/2012 em Novidades, Palavra do dia

 

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Palavra do dia: Cego

que ou aquele que é privado da visão
que perdeu a razão, o controle sobre seus atos; alucinado, desvairado

O amanhã que é nosso hoje não fala
até as palavras que usamos para definir os outros
são as nossas que fazemos sem perceber
no dia a dia do seu, do meu e de todos

O que fazemos e dizemos não pode ser atual
já que dissemos e fizemos tantas vezes antes
e a mudança que um dia foi prometida
virou eco e cacofonia

Cegueira todos nós temos
quando na lente da câmera digital
é nosso umbigo que aparece zoomificado
de tantos outros que poderíamos ver

Afinal, sentar é mais fácil que saudar
tantos elogios desprovidos e orgulhos cifrados
e a repetição que para sempre será nossa
que nunca vamos aprender com os erros

 
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Publicado por em 16/02/2012 em Palavra do dia, Poesia

 

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Palavra do dia: Ideia

substantivo feminino
. representação mental de algo concreto, abstrato ou quimérico
. maneira de ver, opinião pensada ou formulada
. intenção de realizar (algo); plano, propósito, desígnio

A questão aqui é: A palavra do dia era pra ser café. o.O

Não só eu tive a ideia de falar sobre café como eu até já havia preparado um texto sobre o dito cujo. Falei sobre as consequências, as mudanças que meu corpo tem sofrido por conta dele e, inclusive, os momentos divertidos proporcionados pela arte de sair de casa para tomar café ‘coasamiga’ – e gastar dinheiro, é claro.

Mas hoje não tive uma noite nada boa e por mais que não tenha sido completamente culpa do café resolvi não dar créditos a ele. Não me julgue! Fiquei com essa ideia na cabeça e voilá… resolvi falar sobre isso (mas não muito porque daqui a pouco tenho vôlei e hoje não posso deixar de ir de jeito nenhum, afinal sempre podemos contar com o Carnaval para estragar os nossos planos de emagrecimento, humpf).

A ideia geral do post de hoje é simplesmente o fato de ter ideias ao pensar que, na verdade, não temos nenhuma. Vou explicar. Desde que comecei a escrever e a exercitar (every single day, sem folga), percebi que quando eu penso que as ideias não estão vindo ou que daquela cena eu não consigo ultrapassar, faço uma coisa até muito simples. Escrevo palavrões e palavras sem sentido. É sério. Pode ser no papel ou no computador. Comigo funciona, pelo menos, caso você esteja franzindo o cenho e usando aquela expressão de indiano básica (cof cof deixa só a @larilena ler isto).

OBS. Se funcionou com um rei (vide Discurso do Rei) por que não há de funcionar com você? Eu, hein?

É bem simples. Você abre o word (um novo arquivo, óbvio, já que você não quer estragar o seu texto belíssimo digno de Julio Verne) e escreve primeiro: Merda, caralho. Bosta. Fedida e azeda. Amargamente sincera nas nuvens da porra do cú. Se quiser pode falar mal das coisas que azucrinam a sua vida no dia a dia também.

Ex: Mas que merda de telefone…

Enfim… ao término da demonstração de afeto pelas coisas boas da vida, você verá que o texto vai começar a fluir, mesmo que isso não signifique que as ideias chegaram. Você simplesmente se destravou. Já é um começo. Agora se você quer ter ideias de verdade…. vai ler Platão!

Para os puritanos e moralistas: 

Caso não queira escrever palavrões – embora eu desaconselhe – sempre tem a fórmula do ‘o que estou vendo é real o suficiente’, que funciona assim: Você olha ao redor e começa a descrever a cena com objetos, pessoas, tudo. Isso ajuda também a ter ideias.

Mas que fique claro que eu dei a dica do que é melhor primeiro. Agora vá em frente e tenha ideias!

Au revoir!

 
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Publicado por em 15/02/2012 em Palavra do dia

 

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Estreia no Nível Épico

Pessoal, meu primeiro post está no ar!!

Alcatraz

Alcatraz, a nova série da Fox, que teve estreia lá fora no dia 16/01/12 e aqui no Brasil pela Warner no dia 22/01, traz nomes grandes como Sam Neill, nosso perdidão mega fofo ‘Hugo’ de LostJorge Garcia, e ninguém mais ninguém menos que J.J. Abrams assinando a produção da série. Sem contar com o restante da equipe que também fez parte da direção de CSI (2000), Cold Case(2003) e Lost (2004). A galera é sabidona no que faz.

Para os fãs de Lost — e eu sou uma delas — a premissa prometia um impacto bem maior que o causado até o momento. Sinto dizer. É claro que a expectativa era alta, acho que nem precisava confessar, mas apesar das atuações boas a série deixa muito a desejar. Só que eu sou boboca e dou 4 foguinhos épicos (Bazinga)!

Veja na íntegra o texto lá no site Nível Épico!

Primeiras impressões | Alcatraz – Confira!

Au revoir!

 
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Publicado por em 15/02/2012 em Nível Épico

 

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Palavra do dia: Nível Épico

Sei que são duas palavras do dia e não uma (cof cof disfarça), mas é que não faria sentido se eu as dividisse escolhendo apenas uma, compreendem?

Agora faço parte do site Nível Épico! (ip ip uha!)

#TODASCOMEMORA

Sei que estou começando a me atolar de coisas e obrigações diárias que talvez prejudique um pouco o andamento do livro, mas acho necessário. Como já falei antes… acho mais importante eu exercitar e aprender a transformar meu corpo e mente em penas de escrever automáticas do que sofrer para engendrar uma frase cujos absurdos podem gerar a desistência do leitor. Em outras palavras, quero aprender a ser alguém confiável para os leitores e para isso preciso estudar e praticar. Melhor do que escrever um livro inteirinho em duas semanas e nenhuma editora aceitar publicá-lo. Riiiight?

Vejam a página de personagens do Nível Épico! Já estou lá com a minha carinha de bocó que acha que tem obrigação de sorrir para todo mundo, vejam —> http://www.nivelepico.com/personagem/ (eu sou a última personagem como manda a letra V)

Yaaaaay! Estou mega super hiper feliz com a participação lá, ou seja, visitem e comentem! Quando eu postar vai ter meu nomezinho lá (quero só ver a frequência dos posts, rs)!

Au revoir!

 

 
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Publicado por em 14/02/2012 em Novidades, Palavra do dia

 

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Palavra do dia: Primeira

[fem de primeiro: que ou o que ocupa, numa seqüência, a posição do número um]

*Inspirado no ensaio de Ray Bradbury (em O Zen e a arte da escrita)

A primeira estrela de cinema de que me lembro é Kevin Costner

A primeira cantora por quem me apaixonei pela voz foi Whitney Houston

O primeiro filme de que me lembro ter visto foi A Pequena Sereia

Minha primeira escolha de carreira foi cantora

Meu primeiro desenho foi o Sol

——————–

Kevin Costner: Um dos primeiros filmes que vi (e bota repetidas vezes nisso) foi Robin Hood. Eu era tão apaixonada pela história, pelo personagem e pelo filme que a imagem do ator ficou forte na minha cabeça de 5 aninhos.

Whitney Houston: sempre foi minha cantora favorita. Aos 5/6 anos eu já ouvia I Will Always Love You e I Have Nothing com lágrimas nos olhos. Sua voz, na minha opinião, foi a grande voz feminina de todos os tempos e eu sinto muitíssimo por sua morte (11/02/2012).

A Pequena Sereia: foi lançado em 1989. Eu tinha só três anos, mas entendia perfeitamente o quão importante deveria ser para Ariel conhecer o fogo e ser queimado por ele a ponto de abrir mão de sua família e sua voz. Ariel foi tão importante pra mim que até pintei meu cabelo de vermelho (risos!)

Minha mãe cantava na casa dos amigos, em bares, em karokês e eu respirava essa vida ‘artística’. Desde pequena quis ser tão boa quanto ela. Quis ser afinada, causar impacto e cantar para todo mundo ouvir. Essa foi a minha primeira escolha de profissão e apesar de não ter ido em frente, fiz aula de canto e nunca deixei de cantar – sempre que tenho a chance.

Sol pode ter sido o segundo ou o décimo desenho que fiz na minha vida. Não há como saber ao certo. Mas eu amava o Sol quando era pequena e me via desenhando-o repetidas vezes em todos os papéis e cadernos de escola desde os primeiros anos. Sempre tentei imitar o fogo como os lápis de cor e talvez isso diga muito sobre a minha pessoa… será? =)

 
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Publicado por em 13/02/2012 em Palavra do dia

 

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Palavra do dia: Sorrir

Eu (em 1991, eu acho)

[dar sorriso, rir sem fazer ruído e executando somente ligeira contração muscular da boca e dos olhos]

2h45 e nada do sono bater.

Dessa vez a culpa não era só do café. Era da alegria do dia e do sentimento gostoso de felicidade após umas boas horas de diversão. Dizem que sorrir é o melhor remédio e talvez seja. Afinal, depois de passar o dia todo de cama por causa da dor de cabeça (ontem não teve Palavra do dia por causa disso), foi só dar umas boas gargalhadas com as amigas mais fofas do mundo, que tudo passou.

Já me prometi esse ano que vou dizer mais vezes o quanto eu gosto dos meus amigos, quero que eles saibam disso e não se esqueçam nunca, afinal, na minha opinião brega-mas-feliz de sempre, amizade e o amor são as coisas mais importantes! Sei que muita gente não dá valor ou não percebe, não sabe, sei que também não sou a melhor amiga do mundo, pois falho demais com muitos deles, mas prezo por demais aqueles especiais que estarão sempre na minha vida. Obrigada, seus lindos!

Post brega, mas feliz, como vocês bem já sabem. ;)

Sorria!

 
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Publicado por em 10/02/2012 em Palavra do dia

 

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Palavra do dia: Saudade

[sentimento mais ou menos melancólico de incompletude, ligado pela memória a situações de privação da presença de alguém ou de algo, de afastamento de um lugar ou de uma coisa, ou à ausência de certas experiências e determinados prazeres já vividos e considerados pela pessoa em causa como um bem desejável]

Saudade da neve, que torceu por mim;
Saudade do faz de conta de sereia, o mergulho nas ondas…
Saudade de deitar na grama, sem frescuras e receios;
Saudade do apego e dos flertes ingênuos.

Saudade da liberdade, do vento e do ar livre;
Saudade do tempo que isso era moda…
Saudade de viver por entre as linhas, além das janelas de vidro;
Saudade do medo de viver cada dia.

Saudade de sentir saudade…

 
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Publicado por em 08/02/2012 em Palavra do dia, Poesia

 

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Aprendendo a fazer listinhas

Páginas escritas: 10
Páginas revisadas: 50
Total de palavras: 31.451
Leitura: Paranormalcy, de Kiersten White/ Belas Maldições, de Neil Gaiman e Terry Pratchett/O Zen e a arte da escrita, de Ray Bradbury

FENOMENAL! Começo o post em caps lock para ilustrar a minha opinião em relação ao livro O Zen e a arte da escrita! O livro reúne várias ideias e conta as impressões da infância do autor, das leituras e de como ele encara a vida do escritor. Super interessante e com dicas supimpas!

Não terminei de ler ainda – comecei ontem! – e já estou empolgada! No segundo capítulo – ou ensaio – ele fala sobre listas que ele fazia de palavras soltas que ajudavam a definir quem ele era e o que ele queria escrever. É maluco e chega até a ser psico, se pensar no estudo por trás das palavras, mas faz sentido!

É quase um brainstorm, só que não da história, mas de você mesmo. Claro que como exercício resolvi aplicar ao Projeto 16 e adivinha o que descobri? Tá, não posso falar, mas prometo que é fantástico! É como encontrar uma mina de ouro, rs. Sei que não é nenhum bicho de sete cabeças e qualquer um poderia ter pensado nisso, mas foi preciso eu ler ‘listas’ para abrir a minha mente. ;)

Afinal, muita gente já deve ter feito isso na vida. Já fiz listas de palavras-chave em palestras, na escola, na faculdade, enfim… não é completamente anormal. Mas da maneira como o autor coloca nesse livro, me pareceu um mundo novo, ahahahahaha.

Na psicologia isso serve de aprendizado sobre traumas, medos e passado. É bem bacana o estudo! Fiquei entusiasmada. Agora quero fazer listas para tudo, risos! Até tive uma ideia para um conto a partir de uma palavra da minha lista (e farei um dia!), mas não posso desfocar meu tempo do Projeto 16 se pretendo terminar em março/abril (o primeiro rascunho, é claro!).

Sim, pretendo terminar o livro mês que vem. o.O Não sei como conseguirei essa façanha, mas não custa nada pensar positivo e sonhar, não é? Vai ser o melhor presente de aniversário ‘EVAH’ se conseguir finalizar até março/abril! Torçam por mim!

Façam listas também… anote as palavras, quaisquer palavras, que vêm à sua cabeça e depois de um tempo volte ao papel (ou computador, whatever) e analise-as! Você verá um mundo novo de possibilidades e ideias! É mais ou menos como me sinto com o Palavra do dia aqui no blog! São coisas que só são criadas a partir da palavra que escolho. É interessante… mexe com a gente.

Au revoir!

Ps. Obrigada @titamirra pela dica do livro do Ray Bradbury! <3

 
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Publicado por em 08/02/2012 em Aprendizado, Projeto 16

 

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